Em 1962, Copenhague, a capital dinamarquesa, foi tomada por uma polêmica. Estava nos jornais:
“Nós não somos italianos”, dizia uma manchete.
“Usar espaços públicos é contrário à mentalidade escandinava”, explicava outra.
O motivo da polêmica:
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Nova York planeja criar praia em Manhattan
Manhattan, uma ilha com quilômetros de orla, finalmente terá sua própria praia. A poucos minutos de Wall Street, do Empire State Building e de outros marcos que definem a cidade de Nova York será criado um parque de areia e surf no extremo sul da ilha.
O projeto de 7 milhões de dólares chamado "Brooklyn Bridge Beach", cujos detalhes foram divulgados nesta quinta-feira (1º), abrange uma área sob a sombra da ponte do Brooklyn, na foz do rio East.
Uma ressalva para o local é a água de esgoto contaminada, que a maioria dos nova-iorquinos consideram muito poluída para nadar.
"Estamos abraçando o grande poder dos nossos rios", disse a presidente da Câmara Municipal, Christine Quinn, ao anunciar o financiamento do projeto, com a ponte do Brooklyn ao fundo.
"Nossos rios fizeram parte da nossa transformação na maior cidade do mundo e agora estamos recuperando os rios para o desenvolvimento econômico e o lazer, mas também para a proteção."
O projeto de 7 milhões de dólares chamado "Brooklyn Bridge Beach", cujos detalhes foram divulgados nesta quinta-feira (1º), abrange uma área sob a sombra da ponte do Brooklyn, na foz do rio East.
Uma ressalva para o local é a água de esgoto contaminada, que a maioria dos nova-iorquinos consideram muito poluída para nadar.
"Estamos abraçando o grande poder dos nossos rios", disse a presidente da Câmara Municipal, Christine Quinn, ao anunciar o financiamento do projeto, com a ponte do Brooklyn ao fundo.
"Nossos rios fizeram parte da nossa transformação na maior cidade do mundo e agora estamos recuperando os rios para o desenvolvimento econômico e o lazer, mas também para a proteção."
O sonho do automóvel acabou com Detroit
A capital automotiva dos Estados Unidos não aguentou as seguidas crises da economia voltada ao automóvel e entrou em concordata. A cidade de Detroit vem enfrentando vários problemas urbanos, resultado de uma cidade que se sustentou no finito sonho automobilístico. O alerta fica para as gestões municipais que pensam que o desenvolvimento virá com as montadoras de automóveis.
Lar de Ford, GM e Chrysler — as três irmãs, que são as maiores montadoras americanas e ironicamente foram resgatadas da falência pela Casa Branca após a eclosão da crise de 2008 —, Detroit vive cinco décadas de desindustrialização, provocadas pela consolidação das fabricantes de automóveis e autopeças e o deslocamento de fábricas para áreas do subúrbio da capital de Michigan, outros estados e mesmo países, ante a competição asiática.
Entenda o caso clicando aqui.
Lar de Ford, GM e Chrysler — as três irmãs, que são as maiores montadoras americanas e ironicamente foram resgatadas da falência pela Casa Branca após a eclosão da crise de 2008 —, Detroit vive cinco décadas de desindustrialização, provocadas pela consolidação das fabricantes de automóveis e autopeças e o deslocamento de fábricas para áreas do subúrbio da capital de Michigan, outros estados e mesmo países, ante a competição asiática.
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